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No limite, até os livros que nunca li mudaram a minha vida. O simples acidente de desconhecer o seu conteúdo, fez de mim o que sou e não o que poderia ser. Mas, como as correntes devem ser enlaçadas como nos chegaram (olá, Leonel) e não como poderiam ser (déjà-vu), aqui fica uma lista possível dos livros que me mudaram.
Mais do que livros, autores, para assim poder desdizer o que afirmei no parágrafo anterior:
Antoine de Sant-Exupery, pelo olhar;
Bashô, pela síntese que me esforço em perseguir;
Eça de Queirós, preciso de justificar? Está bem, pela ironia, pela observação, pela fluidez;
Edgar Allan Poe, pelo negro;
Fernando Pessoa, a Mensagem e… as mensagens;
Júlio Verne, por causa da Ilha Misteriosa e de todos os outros;
Marguerite Yourcenar, pelas Memórias e não só;
Stephen Lawhead, sobretudo pelo Ciclo Pendragon, que mistura a História, a Lenda e a ficção;
Tom Sharpe, a saga Wilt;
T. S. Eliot, pela inspiração baudelairiana.
Dos tantos que ainda ficaram de fora, estão os russos, castelhanos e italianos, por exemplo. Mas pode ser que o Aires, a Clarice, a Hip (para se desforrar do que eu lhe fiz com os filmes), a regressada Noite, ou a Vague (vocês sabiam que ela já tem 3 aninhos?) queiram dizer dos seus gostos.




Parece-me que valeu bem a pena o desafio, que agradeço ter sido aceite.
Um abraço!
vou aceitar este desafio
já tenho 3 aninhos mas não pareço, certo, Cap?
Eu é que agradeço o desafio, Leonel.
Abraço!
Claro que não, Vague. Estás jovem e com uma vitalidade invejável.