Primeiro, foi um costa-riquenho que resolveu criar uma instalação onde um cão morria à fome. De acordo com novas informações, parece querer repetir a proeza.
Hoje, no JN, um conceituado artista alemão, quer substituir o canídeo por um moribundo… humano. Só lhe falta o voluntário.
Hoje ainda, no Público online, é uma aluna norte-americana de Belas Artes que, depois de fazer inseminações artificiais consecutivas, provocar abortos e filmar tudo durante nove meses, pretende expor a obra.
Fixem os nomes: Guillermo Vargas “Habacuc“, Gregor Schneider e Aliza Shvarts.




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