Também houve piquetes de pesados;
As filas para o combustível queimavam mais do que conseguiam meter;
O comércio fechou mais cedo.
Arquivo da categoria 'Janela'
Aqui, no país pró-fundo
Ele está aí
O Portugal narcotizado.
Parem as greves, as manifestações, as dívidas, a fome, a descrença, os ódios, os aumentos, as injustiças, a seca, os temporais... O circo chegou. Por quanto tempo?
Como conciliar o sempre enunciado frio com a pouco canónica faixa de gaja e o decote a condizer?
Saiu da loja com um saco na mão, dirigiu-se ao automóvel estacionado, abriu a porta e atirou o saco para dentro. Entrou, ligou o motor e pô-lo em marcha. Nem vinte metros andados, sobe o passeio com os pneus da direita, imobiliza-o e sai. Dirige-se a uma caixa multibanco à sua frente.
Aposto que vai ao ginásio todas as semanas!
Não tarda muito
E teremos por aí fiscais a verificar os selos nos maços de tabaco.
O homem só
Na esplanada, coça a cabeça enquanto lê o jornal.
Rotundo
Em alguns concelhos, o preço do metro redondo atinge valores proibitivos.
Encaixe perfeito
Mysteries of Love e o nevoeiro que afaga a praça.
Se isto fosse um blogue
Podia, agora, falar do tempo.
Por vezes, a realidade é um logro e é de onde menos se espera que nos chega a confirmação.
O café que frequento aguentou dez dias sem mim.
O tempo em que a futilidade me divertia passou.
A noite rouba-me o sol
E eu não gosto!
Chuva? Isso é coisa de elitistas sulistas.
Não me apetece
Pensei escrever sobre o futebol nacional destes três últimos dias e o seu real valor, ou sobre os resultados do râguebi.
Ou sobre os comportamentos em Alvalade (em Milão foi só parecido) e o facto de eles não serem visíveis noutros lados.
Mas, sinceramente…
Verão de estufa
Assim mesmo, à janela ou numa esplanada envidraçada.




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