Está decidido!
Vou mesmo arranjar um novo trabalho: repórter fotográfico de rádio.
Começo amanhã.
Está decidido!
Vou mesmo arranjar um novo trabalho: repórter fotográfico de rádio.
Começo amanhã.
Dás por ti a pontapear o nevoeiro.
Ninguém te leva a sério.
És a primeira escolha para aquilo que ninguém quer.
Atinges o grau absoluto da invisibilidade.
Guarda a mais bela vingança para depois.
Quando te encontrares num buraco, a primeira coisa a fazer é parar de escavar!
Há pequenas coisas que nunca te deixarão ser o que não és.

É de ciclos que se trata.
Ciclos da natureza, como essa árvore acima, florindo em pleno Inverno, triste e despida agora; que as estações já não são o que eram.
Ciclos de vida, profissionais, pessoais, de amizades. Elos que se fecham, por vezes prendendo o elo seguinte na corrente que a nossa vida segue, rumo ao oceano do amanhã; outras quebrando a cadeia, originando uma e uma, como um Rosário.
Na senda, traçada nos artigos anteriores, dos destinos e dos caminhos, há decisões que importa tomar.
Deixar a balança do coração e da razão traçar o dia a cada compasso e, no fim, partir.

Gosto de uma boa briga, sobretudo quando os oponentes têm nível e se regem por valores socialmente aceites. Não tenho pachorra nenhuma para aqueles falsos eruditos armados ao pingarelho.
A propósito, recebi por correio electrónico esta lição de vida:
Era uma vez um grande samurai, que vivia perto de Tóquio. Mesmo idoso, dedicava-se a ensinar a arte zen aos jovens. Apesar da idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro, conhecido pela total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar a sua fama. O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo, chutou algumas pedras na sua direcção, cuspiu-lhe no rosto, gritou insultos, ofendeu os seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No fim do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se. E os alunos, surpreendidos, perguntaram ao mestre como pudera ele suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até ti com um presente e não o aceitas, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo! - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A tua paz interior depende exclusivamente de ti. As pessoas não te podem tirar a calma. Só se o permitires…
Fui suficientemente explícito?

Põe exagero em tudo o que fazes!
Quem não tem vida própria, cola-se a uma já vivida.
Podes tentar agradar aos teus inimigos, mas nunca calarás os caluniadores.
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