Saltar para o conteúdo

Do que não se fala…

04/02/2019

Unidade Técnica de Apoio Orçamental sinaliza “suborçamentação crónica” na Educação e na Saúde– fonte:24

Anúncios

Notícias falsas “oficiais”

30/01/2019

Corri as últimas 24 horas de notícias e, felizmente, só vi referências na 1.ª página do Público e na RTP do costume.
Ainda bem que se travam as balelas, em vez de as ecoar acriticamente.

Isto a propósito do alarmismo social do consumo de álcool cá no burgo ser de 12,3 litros por pessoa/ano!
Ora basta fazer umas simples contas de dividir: por 365 dias e morre-se desidratado; ou por 52 semanas e dá menos de uma mini a cada domingo…

Ah! Nação valente e imortais detentores de carteira profissional de jornalista!

É uma dor de alma

17/01/2019

ver tanta gente, presumivelmente inteligente, atolar-se no inenarrável.

E tudo se torna público, exposto; não amanhã, mas no imediato.
(cuidado – esta gente vota)

Tiny little people

17/12/2018

“Desloquei” o baço de tanto rir de coisas sérias…
(presumivelmente)

À tout moment la rue – 2009

11/12/2018

À chacun de nos souffles
Au moindre murmure des bas fonds
C’est dans l’air comme un chant qui s’étrangle
Que d’un pavé de fortune
Contre le tintamarre du pognon
À tout moment la rue peut aussi dire non

C’est un pincement de lèvres
Et la peur qui perle d’un front
La faune et la flore à cran en haillons
Et l’éclat de nos palpitants
Dans l’ombre du marteau pilon
À tout moment la rue peut aussi dire non

Non comme un oui
Aux arbres chevelus
À tout ce qui nous lie
Quand la nuit remue
Aux astres et aux Déesses
Qui peuplent nos rêves
Et quand le peuple rêve
À tout moment la rue peut aussi dire…

Et si quelques points noirs
En cols blancs poivrent nos cieux
D’ondes occultes en tubes longs et creux
À bien compter le monde
Est x fois plus nombreux
Que ces trois cent familles qui sur la rue ont pignon
À tout moment elle peut aussi dire non

Comme un oui
Aux arbres chevelus
À tout ce qui nous lie
Quand la nuit remue
Aux astres et aux Déesses
Qui peuplent nos rêves
Et quand le peuple rêve il aime
Disposer de lui même

Non comme un oui
Aux arbres chevelus
À toutes ces nuits qui nous lient
Et même si elles ont trop bu
C’est aux astres et aux Déesses
Qui peuplent nos rêves
Et quand le peuple crève
À tout moment la rue peut aussi dire…

À chacun de nos souffles
Au moindre murmure des bas fonds
C’est dans l’air comme un chant qui s’étrangle
Que d’un pavé de fortune
Contre le tintamarre du pognon
À tout moment la rue peut aussi dire non…

Dos paladinos do diálogo

10/12/2018

Os enfermeiros fazem greve, são indignos. Os médicos fazem greve, são corporativistas. Os professores fazem greve, são intransigentes. Os oficiais de justiça fazem greve, não se percebe bem porquê. Os juízes fazem greve, é ilegal. Os transportes públicos fazem greve, é habitual; só se preocupa quem é prejudicado (como sempre, aliás). Os bombeiros fazem (uma espécie de) greve, são irresponsáveis. Os estivadores, os polícias, etc… até os deputados fazem greve (de presença).
No meio deste desfile, afinal, o governo é como aquele mancebo da anedota: o único a marchar com o passo certo.

Demissão do director-geral dos estabelecimentos prisionais já!

05/12/2018

as suas afirmações são inadmissíveis (ou então ele representa os reclusos e não o sistema prisional e, assim, está tudo bem).