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17/04/2015

Um investigador da Universidade do Minho e o presidente da Anecra, entrevistados pela Renascença, consideram que os combustíveis low-cost são nocivos para os automóveis.
O contrário defendem o presidente da ANRA (reparação automóvel), a Deco e eu (do alto da minha experiência de uma década em mais do que um automóvel).

As empresas de bandeira já vieram demonstrar que os seus combustíveis aditivados, afinal, pouco mais valem do que os seus low-cost: 2 a 4 cêntimos de diferença, pelo que se vê.

Quem ganha com tudo isto? Os senhores do 1º parágrafo? As empresas do 3º? Por mim, ganho eu que continuarei a depositar a minha confiança e os meus euros em quem, até hoje, não teve uma postura de saltimbanco de estrada. Literalmente!
Já quanto às oficinas automóvel, comigo nunca ganharam nada devido ao uso de combustíveis não urinados aditivados.

Já agora, o barril de petróleo subiu para os 58,12 dólares, a semana passada! Metade do que já valeu há uns meses atrás. O preço do produto refinado cá, continua a equivaler-se a quando o barril estava quase ao dobro do preço. Para onde vai esse “excedente”?… Pois.

Des-arma

12/04/2015

Tight não é thigh

13/03/2015

Quando um canal de televisão se diz informativo (embora de desporto) e arranja um perito, especialista, comentador da imprensa internacional,  espera-se que ele perceba de línguas estrangeiras… ou não?

His master’s voice

10/03/2015

Sinto-me, às vezes, como um pachorrento boi a ruminar uma bela palha seca ou a sorver alguma água de rio, sem vontade já de levantar a cauda para sacudir os insectos que me vem picar o flanco. Sorrio, benignamente, apenas.

Já achei mais piada a tentarem insultar-me a inteligência.

Olhe, Sr. Primeiro-Ministro…

03/03/2015

Não seja piegas!

Ninguém pode invocar desconhecimento da lei para não a cumprir. Bem sei que não é caso de ir para Évora; ao lado do outro, V. Ex.a não passaria de um carteirista principiante.

C’est la terre qui tonne

17/02/2015

Ce n’est pas moi qui clame

16/02/2015

Ce n’est pas moi qui clame, c’est la terre qui tonne,
Gare à toi, gare, car le diable est devenu dément,
Fuis au fond des sources pures et profondes,
Plie-toi dans la plaque de verre,
Dérobe-toi derrière la lumière des diamants,
Sous les pierres, parmi les insectes rampants,
Ô cache-toi dans le pain frais,
Mon pauvre, pauvre ami.
Infiltre-toi dans la terre avec les pluies nouvelles car
C’est en vain que tu plonges ton visage en toi-même
Tu ne pourras jamais le laver que dans l’autre.
Sois la lame de la petite herbe,
Et tu seras plus grand que l’axe de l’univers.

Ô machines, oiseaux, feuillages et étoiles !
Notre mère stérile réclame un enfant.
Mon ami, mon amour d’ami,
Que cela soit terrible ou sublime,
Ce n’est pas moi qui clame, c’est la terre
Ce n’est pas moi qui clame, c’est la terre qui tonne.

Noir Désir, 2005 (original de József Attila)

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