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Antena 1 quer anúncio da Galp proibido

20/03/2009

Segundo fontes bem (in)formadas, aquele senhor amigo da Eduarda Maio (vocês sabem quem é…) apresentou uma queixa formal contra a campanha da Galp que o quer obrigar a partilhar o ar condicionado electrónico automático de 4 zonas, as 8 colunas da alta-fidelidade surround digital por satélite e os estofos desportivos em pele do seu pópó, com outras pessoas que façam , parcialmente, o seu percurso diário para o trabalho emprego.
O anúncio da Galp é acusado de constituir uma “atitude de subserviência” face ao pensamento ecológico politicamente correcto e uma “ofensa” a “um direito fundamental” – o direito a ouvir a Antena 1 em sossego e não a RFM ou a Comercial.

6 comentários leave one →
  1. 20/03/2009 11:03 pm

    😆 😆 😆

    Está espectacularmente bem escrito. 🙂

  2. 21/03/2009 5:04 pm

    Eu raramente vejo publicidade na TV e na rádio (mudo logo de canal), e por isso não sei de quepub spot se trata. Mas aquele da MAIO é declaradamente socretino; até eu, que nunca fui de manifs, pensei que estava a viver no dia 23 de Abril de 1974.

  3. 23/03/2009 11:47 pm

    Maria, o disparate é sempre recompensado. Obrigado. 🙂

    Orlando, eu quase só vejo publicidade (mudo de canal é com os programas): a imagem sem som ou só o som sem a imagem. O anúncio só vinga quando a mensagem, mesmo truncada “passa”. A maior parte das vezes é lixo tóxico, quer importado quer nacional – temos uns publicitários muito medíocres por cá.
    A etiqueta “de ouro” da Maio não sai com lavagem nenhuma e é com estas mensagens subliminares (a par da distribuição de tanto dinheiro que só passou a existir depois de chegar a crise) que se vai formatando a cabeça aos acríticos.

  4. 24/03/2009 1:37 pm

    Agora entendi.

    Normalmente dou-me mal com o “princípio etcétera”; quando quando não conseguimos captar o significado de uma mensagem, o”princípio etcétera” resulta da capacidade de suportarmos um certo grau de incompreensibilidade na expectativa de que o nosso interlocutor, com o desenvolvimento da conversa, clarifique o sentido da mensagem. Foi o que aconteceu. 🙂

  5. 31/03/2009 7:33 pm

    Há quanto tempo nos lemos, Orlando, cinco anos? Eu sempre fui de poucas palavras (é mais o não-dito que o propriamente dito), ao contrário de ti, que não deixas nada por explicar. 🙂

  6. 01/04/2009 12:40 pm

    Infelizmente não tenho tido muito tempo para “navegar” quanto tinha há três anos atrás. Hoje, a guerra é cultural, e não já utilizando as armas convencionais.

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