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Discurso da sabedoria

31/03/2009

20 A sabedoria clama nas ruas, eleva a sua voz nas praças,
21 grita por sobre os muros, faz ouvir sua voz à entrada das portas da cidade:
22 «Até quando, ó simples, amareis a ingenuidade? Até quando os néscios se deleitarão em zombar e os insensatos odiarão o saber?
23 Convertei-vos às minhas admoestações; espalharei sobre vós o meu espírito, ensinar-vos-ei as minhas palavras.
24 Mas já que vos chamei e vós não respondestes, estendi a mão e ninguém prestou atenção;
25 já que desprezastes todos os meus conselhos e não destes ouvidos às minhas repreensões,
26 também eu me rirei da vossa ruína, e zombarei, quando vos sobrevier o que temíeis,
27 quando cair sobre vós o terror, como um temporal, quando vos surpreender a desgraça, como um furacão e quando vierem sobre vós a tribulação e a angústia.
28 Então chamar-me-ão, mas não responderei, procurar-me-ão, mas não me encontrarão.
29 Porque aborreceram o saber e não escolheram o temor do SENHOR;
30 repeliram os meus conselhos e desprezaram todas as minhas repreensões;
31 comerão, pois, do fruto das suas obras, e ficarão fartos dos seus conselhos.
32 A negligência dos ingénuos causar-lhes-á a morte e o descuido dos insensatos perdê-los-á.
33 Mas aquele que me ouvir, viverá tranquilo, seguro, sem receio de mal algum.»

Livro dos Provérbios

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