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Isto é (a) Justiça

16/04/2009

Em Portugal!

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3 comentários leave one →
  1. 16/04/2009 8:48 pm

    Só posso comentar uma grande asneira. Um trovão com f. Para ver se este país acorda.

  2. josé quintas permalink
    17/04/2009 2:23 pm

    Cap, raios! cá estou de novo. Por esta altura, já deves ter reparado que os 500.000 eram, na verdade, 57.000 euros, o que dará, creio, cerca de 285 euros por litigante, mas não é isso que me traz aqui. Antes a (des)crença em tudo o que os jornais publicam sobre Justiça.

    Cap, coriscos:) acredita p.f. numa só coisa: a maior parte dos jornalistas e bloggers, mesmo os licenciados em Direito, não pesca patavina dos meandros da Justiça. Em 99% do que vejo publicado sobre Justiça em papel ou pixels noto, ao fim de algumas linhas, que os escribas estão a falar de cor (suponho que poderás dizer o mesmo quando lês sobre Ensino).

    Escrevo isto na ignorância do que se passa nos tribunais superiores (Relação, Supremo), mas deixa-me assegurar-te que na maior parte dos tribunais de pequena instância (99% do total), os magistrados limitam-se aplicar a Lei construída por deputados e por essa figura vaga conhecida por «O Legislador».

    Mais: com o desinvestimento que os últimos governos têm aplicado nesta área, apesar da maioria de magistrados que conheço trabalhar 10-12 horas por dia, não há volta a dar: o estado da Justiça seria ainda bem pior se não houvesse quem trabalha por amor à camisola.

    Por último, acredita p.f. nisto: o único blogger que fala sensatamente do que sabe (estou para descobrir um jornalista nas mesmas condições…) é um «José» do blogspot «PortadaLoja».
    Tenho dito, raios!

  3. 20/04/2009 9:59 pm

    Já o vi mais adormecido, Maria. Acredita.

    Desculpa só responder agora, Zé.
    É verdade que o valor foi decuplicado nas primeiras notícias, mas 57 mil a dividir por 59 famílias (não sei se há mais alguém envolvido) dá uma soma diferente da que indicas.
    É verdade que este país está cheio de treinadores-de-bancada-opinadores-encartados-sobre-tudo-e-mais-alguma-coisa-sobretudo-educação-e-justiça.
    É verdade que se fala na existência desse ser mitológico, “O Legislador”, mas não sei se existe mesmo… nunca vi nenhum. Se alguma vez te cruzaste no DR com uma «declaração rectificativa da rectificação ao Dec.-Lei X que rectificou o Dec.-Lei Y» (e cito de cor), terás, certamente, tantas dúvidas como eu quanto à existência de tal figura.
    É verdade que o estado da Justiça não é saudável (tal como a Educação), mas serão estas as medidas acertadas para mudar a situação? Aumentar o valor das custas como forma de impedir ou dissuadir a maior parte das pessoas de recorrer aos Tribunais? Tal como as taxas moderadoras na Saúde? As escolas privadas? E depois do cheque-ensino ou do cheque-dentista o cheque-julgamento?

    (gosto destas trocas de ideias)

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